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Heart Tango

Para ver e ouvir... Spot Publicitária da Intimissimi filmado em Lisboa e com participação de José Fidalgo.

Il Tanquero???? Sacana do Zé!!!

Ocean's 13

Puro entretenimento, classe e estilo. É o que obtemos quando juntamos, Brad Pitt, George Clooney, Matt Damon, Andy Garcia, Al Pacino, Don Cheadle, etc, num filme cujo único objectivo é ser uma alternativa aos grandes Blockbusters de Verão. Uma alternativa que não nos obriga a pensar, nem exige grandes comparações com os seus predecessores. Desde o início sabemos ao que vamos e "eles" não nos deixam ficar mal.

E se...

...Lost fosse uma série dos anos 80?


...Star Wars tivesse sido filmado nos anos 20?



Beatles vs Star Wars

Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, BEATLES


Celebration Europe, Star Wars


The Office: Closed for Vacations!


Mais uma das minhas séries favoritas que termina a sua 3ª temporada. Aguarda-se com ansiedade pelo retorno, em meados de Setembro/Outubro, da próxima temporada na NBC...ou no link mais perto.

É indissociável o nome de Steve Carell quando pensamos em comédia, e ele é a alma desta série em formato de Reality Show.

O excerto que deixo em baixo é do último episódio da 3ª temporada (The Job) e insere-se no seguinte contexto: Michael Scott (Steve Carell) depois de ter acabado com a sua namorada e superiora, recebe a visita desta. Preocupado em manter a sua posição quanto ao terminar do relacionamento, recebe conselhos das mulheres da empresa. O excerto inicia-se com o regresso dele ao escritório a deparar-se com uma "novidade" na sua ex-namorada. Reparem no que ele e outros elementos têm a dizer sobre a "novidade".




Um dia, um dia...

Theory about Tarantino

Por via da navegação diária por alguns blogs, descobri no Royale With Cheese uma das melhores teorias sobre os filmes de Quentin Tarantino jamais feita. E mais estupefacto fico por estas teorias serem discutidas frente a frente por um actor chamado Selton Mello e o cantor Seu Jorge. Esse mesmo, que nos proporcionou um GANDA SOMmmm no último Festival Sudoeste. Esta curta-metragem tem 10 minutos, mas revela pormenores deliciosos sobre os filmes de Tarantino que passam ao lado até do melhor dos cinéfilos. No último minuto do vídeo Seu Jorge tem uma revelação bombástica...


"Save the Cheerleader,...save the World."

Chegou ao fim o Volume 1 de umas das mais sensacionais séries dos últimos tempos. Mas ao contrário do que eu supunha não fechou a história, pelo menos, completamente. E que final... Agora é esperar até 24 de Setembro pelo Volume 2 para ver como se irá desenrolar esta verdadeira banda-desenhada com pessoas de carne e osso. Um extra que nos é dado neste tempo de espera são 6 episódio denominados Heroes: Origins onde irão aparecer novas personagens que possivelmente aparecerão na próxima temporada.


Como não poderia deixar de ser e para quem não conhece a série, deixo uma imagem da famosa Cheerleader. Quem é que não gostava de ser herói por um dia??
É por esta altura que as minhas capacidades à Matt Parkman dão jeito e parece que estou a ouvir a minha mais que tudo. "Que Pirosa!!!"


É Grates...e de pouca qualidade!

Attention, Nerd Alert!!!

É favor desligar os telemóveis no cinema.
As consequências serão terríveis.
Não volto a avisar.


Ainda no Universo Star Wars, parece que vamos ter direito a 2 filmes para TV, com 1h de duração, sem nenhuma das personagens conhecidas e especula-se que será também feita uma série de TV, compreendendo o período entre os episódios III e IV.

Por fim, os meus Parabéns ao génio por detrás deste Universo, que faz hoje 63 anos. Ainda preciso de escrever o nome? Ok, George Lucas.

Isto merece um post....O Blogo-dependente


Heróis



Where does it come from, this quest? This need to solve life's mysteries, when the simplest of questions can never be answered. Why are we here? What is the soul? Why do we dream? Perhaps we'd be better off not looking at all. Not doubting, not yearning. That's not human nature. Not the human heart. That is not why we are here.

Man is a narcissistic species by nature. We have colonized the four corners of our tiny planet. But we are not the pinnacle of so-called evolution. That honor belongs to the lowly cockroach. Capable of living for months without food. Remaining alive headless for weeks at a time. Resistant to radiation. If God has indeed created Himself in His own image, then I submit to you that God is a cockroach. They say that man uses only a tenth of his brain power. Another percent, and we might actually be worthy of God's image. Unless, of course, that day has already arrived. The Human Genome Project has discovered that tiny variations in man's genetic code are taking place at increasingly rapid rates. Teleportation, levitation, tissue re-generation. Is this outside the realm of possibility? Or is man entering a new gateway to evolution? Is he finally standing at the threshold to true human potential?
Mohinder Suresh.
Agora sem o Prison Break para ver (só regressa lá para Agosto) este é o meu novo vício. Está muito bom o argumento e adoro a forma como sem nunca referirem Darwin justificam a evolução desta casta de "heróis" à semelhança da Teoria da Evolução de Darwin. É o próximo passo na cadeia de evolução. Será? Uma vez que se sabe que o Homem nunca chegou perto das suas capacidades totalmente faz todo o sentido. Deixem-nos sonhar, a nós, os geeks. Só sei que depois do filme 300 e com isto ando com uma vontade de regressar às BD's...


Hoje é dia de vídeos

Clive Owen. Preciso de dizer mais alguma coisa? Acho que é suficiente para perderem uns minutinhos a verem esta curta-metragem de promoção à BMW. Ele adiciona a sua voz, naquele estilo de contador de histórias,à presença de...Madonna. A cereja em cima do bolo é que a curta é realizada pelo próprio marido de Madonna, Guy Ritchie. Daí as figuras que ela faz...


Para fãs de cinema um pouco mais geeks, o vídeo que é uma espécie de "Senhor dos Anéis e Star Wars encontram-se na Disco..." Simplesmente genial!


De George Lucas a Zack Snyder...

Vamos por partes.

Agora, chega "300", fita desenhada de raiz para reacender a urticária liberal que há em nós, relançar todas as polémicas sobre fascismos, reaccionarismos, libertarianismos e outros -ismos do século XX e, de caminho, fazer bilheteira que nunca mais acaba (como já aconteceu nos EUA, onde é um dos triunfos comerciais do ano). Espécie de "cocktail Molotov" lançado por um miúdo a brincar aos terroristas, "300" já levou a protestos iranianos (contra a descrição dos persas como um povo decadente e malsão), suspeitas de ser uma "encomenda" da administração Bush (apesar da sua fidelidade à BD de Frank Miller e Lynn Varley que lhe é francamente anterior) e acusações de fascismo militante. Tudo isto por causa de uma versão mais ou menos livre mas politicamente incorrecta de um episódio da antiguidade clássica, a Batalha de Termópilas, em que 300 valorosos soldados de Esparta resistem heroicamente às hordas invasoras da Pérsia. "300" é ao mesmo tempo elogio totalitarista e paradoxalmente idealisticamente liberal das virtudes masculinas e marciais, e exposição de video-jogo transformado em "tableaux" de acção e cinema de vanguarda.(...) Ora, é precisamente na ausência de projecto narrativo que entronca o problema de "300". Os espartanos que erguem armas contra os persas fazem-no em defesa da sua liberdade e do seu ideal democrático, mas são um povo "ariano" de perfeito corpo musculado e coragem sobre-humana, criado desde criança para a arte da guerra, exaltando as nobres virtudes marciais da honra, do respeito e da glória. E os todo-poderosos persas são imperialistas decadentes, corruptos e dissolutos, refugiados na arrogância demiúrgica e na superstição, que podem derrotar os espartanos mas nunca os subjugarão. A salganhada de referências permite todas as leituras possíveis, sobretudo sobreposta à guerra do Iraque, à oposição Ocidente vs Islão, ao confronto entre Republicanos e Democratas, etc., etc., etc. Snyder sabe que está a brincar com o fogo com "300", tem consciência disso, mas onde termina a ingenuidade e começa a provocação, onde é que isto passa de "entertainment" descartável a filme sonso e ideologicamente equívoco e mesmo desprezível? Claro que se, soubéssemos a resposta, não fazia sentido fazer a pergunta - e é uma pergunta que está a fazer maravilhas pela promoção do filme. Enquanto cinema, em abstracto, "300" é objecto interessante - há um excesso, uma desmesura, uma energia centrífuga que atraem. Combinada com a questão política, essa energia transforma "300" num pára-raios incendiário: goste-se ou odeie-se, caem lá todos. E não se sai indiferente.
Por Jorge Mourinha, crítico de cinema do Público.

E perante este crítica verdadeiramente visionária, o que me apetece dizer é um grande "F*****E!!!". Ok, não é o único a conseguir ver metáforas políticas neste filme, visto que lá por terras do Tio Sam já alguém tinha atirado esta para o ar, ao ponto do Presidente iraniano ter comentado o filme na tv. Mas a estupidez é muita e se pensarmos um bocadinho facilmente se arranja metáforas para todo o tipo de filmes. Seria o Rambo, uma metáfora com 20 anos de antecedência, a representar os USA na sua luta quase isolada contra os países islâmicos (Afeganistao, Iraque, Irão...)??? É que por momentos aquele estilo de cowboy do Bush confundiu-me...

Para mim o filme, acima de tudo é uma mistura de efeitos sonoros, visuais e no fundo, toda uma nova forma de fazer filmes. É até difícil enquadrá-lo num estilo, sendo uma mistura de acção, épico e adaptação de BD. Na sua essência resume-se à fórmula, os bons são os maiores (acreditem, são mesmo os maiores), pela honra e glória farão tudo pelo seus. Mas esta fórmula é nos oferecida de uma forma portentosa, aquelas misturas de Slow-Motion, Fast-Forward, grandes técnicas de combate, humor no momento exacto, e uma quantidade estrondosa de Catchlines que ficam no ouvido. Apesar de ter achado inovador o filme Sin City, deste mesmo realizador, saí do cinema com uma sensação estranha de ter detestado o filme. O que para mim é quase impossível. Contudo, agora...penso estarmos perante uma daquelas obras que marca a indústria do cinema. Primeiro foi Lucas (Star Wars), depois os irmãos
Watchowski (Matrix) e agora Zack Snyder com 300, praticamente todo filmado com os actores à frente de uma tela verde. É de facto um portento e que apenas merece ser contemplado numa sala de cinema, porque nenhuma televisão caseira consegue transmitir a totalidade da experiência. O que mais se pode dizer sobre o filme...temos Gerard Butler, como figura central, o Rei Leónidas. Já disse que ele era o maior? ok. E no lado contrário da barricada temos um Rodrigo Santoro, que pode surpreender muita gente habituada a vê-lo nas novelas.

Para amar ou detestar, merece ser visto e revisto.

Em tempo de Páscoa - O meu 1ºMusical!

Dez anos antes de eu nascer é criado o filme da fabulosa ópera-rock de Andrew Lloyd Webber e Tim Rice ( por sinal, hoje também deu O Fantasma Ópera, outras das criações de Webber). Já ouvi e vi este musical dezenas de vezes sem me cansar. A história toda a gente conhece e esta é talvez uma das maneiras mais originais de a contar ( a outra é a Paixão de Cristo). Se não conhecem, fica aqui a minha sugestão de Páscoa.

1973 - Jesus Christ Superstar
...
I see blood and destruction, our elimination because of one man, blood and destruction because of one man...


Esta é apenas uma das muitas cenas que valem a pena ver e que agora graças ao Youtube já não preciso de recorrer velhinho vídeo para as ver.
(não sei porquê, mas desde que ontem vi mais um pedaço de A Paixão de Cristo, fiquei com vontade de recordar isto).

Baywatch

Uma versão bastante boa da famosa série que víamos quando não tinhamos os Morangos com Açucar. Se esta versão não vos puser com um sorriso nos lábios vou ali e já venho....



Consta que este clip é um extra do DVD.

I'm Prepared..

Pode ou não ser um grande filme, mas promete ser uma das experiências visuais mais marcantes dos últimos tempos no cinema. Dia 5 de Abril lá estarei para ver este épico que promete redefinir o conceito de graphic novel adaptado ao cinema. Parece que as míudas também têm razões para o verem...aqui.

Pelo menos por esta imagem, o filme parece ser fiel à versão original....

El Laberinto del Fauno

Innocence Has A Power Evil Cannot Imagine.
"Espanha, década de 40 do século XX: Francisco Franco trata de protagonizar a repressão, já terminadas a Guerra Civil e a II Guerra Mundial. Ofélia (Ivana Baquero) é uma criança solitária e sonhadora que vive com a mãe e o pai adoptivo, um militar com a missão de "limpar a zona" de rebeldes esquerdistas e afins. Resta-lhe criar para si própria um mundo imaginário, recheado de criaturas fantásticas e secretas viagens." (Fonte: Cartaz Expresso)

É um excelente filme, sobre o mundo próprio de uma criança. Uma espécie de Alice no País das maravilhas para adultos, uma vez que a acção no mundo do fantástico decorre em simultâneo com a luta dos rebeldes contra as tropas do Capitão Vidal. O sanguinário militar que é padrasto da pequena Ofélia.



UPDATE: 05 Março 2007, 12:18h

"Aquela" Cena...#1

A cena que marcou. O filme terminou e a cena que ecoa no meu cérebro foi esta. Neste caso, abriu e fechou o filme. A música, o monólogo...adoro, adoro.



My name is Dalton Russell. Pay strict attention to what I say because I choose my words carefully and I never repeat myself. I've told you my name: that's the Who. The Where could most readily be described as a prison cell. But there's a vast difference between being stuck in a tiny cell and being in prison. The What is easy: recently I planned and set in motion events to execute the perfect bank robbery. That's also the When. As for the Why: beyond the obvious financial motivation, it's exceedingly simple... because I can. Which leaves us only with the How; and therein, as the Bard would tell us, lies the rub.


The Oscars

A cerimónia decorreu durante a madrugada e admito que não houve pachorra para assistir. Este ano foi apresentado por Ellen Degeneres e teve algumas surpresas, mais concretamente a estatueta de melhor filme para The Departed e melhor animação para Happy Feet (Cars era o meu favorito).

Os grandes derrotados da noite foram Babel e Cartas de Iwo Jima que se ficaram pelo mínimo de prémios. Quanto ao resto já eram esperados e podem ver a lista completa aqui.

Quase me esquecia, An Inconvenient Truth recebeu como é óbvio o galardão para Melhor documentário e pasmem-se Melhor Música.

A título de curiosidade, o odiado Sacha Baron Cohen a.k.a. Borat foi convidado para a apresentação dos Óscares mas declinou o convite.